Transamerica. EUA. 2005
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Felicity Huffman é a principal razão pra se assistir Transamérica. O filme é dela e é ela quem segura o filme, levando o Globo de Ouro de melhor atriz e perdendo o Oscar para Reese Witherspoon (inaceitável!)como o transsexual Bree.
A interpretação de Huffman é inacreditável! Boquiaberto! Bree está fazendo terapia para mudar de sexo e recebe uma ligação de Nova Iorque de que seu filho de 17 anos, que não lhe conhece, está preso. Sua psicóloga faz pressão que só permitirá a operação caso Bree socorra seu filho. Ela vai pra estrada resgatar o filho(o fofinhu Kevin Zegers), mas não revela que é seu pai, e sim uma moça que trabalha pra igreja. O engraçado é que Bree aparenta mesmo uma senhora conservadora, de nada lembra as trans escandalosas que a gente conhece na noite.
Um roadie movie normalzinho que se sustenta pela interpretação de Huffman e por brincar com os gêneros sexuais de forma delicada e sensata.
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